
A ONU pede mais proteção a golfinhos e baleias. Aproximadamente 7% dos golfinhos e pequenas baleias estão sujeitas a morrem enroscados em redes de pesca, caça, poluição, destruição de habitat que defende melhoria das leis internacionais que protegem os animais. Pequenos cetáceos estão entre as criaturas mais bem amadas e carismáticas do planeta, infelizmente essas qualidades não podem protege-los de uma ampla variedade de ameaças. Um estudo feito há dois anos indicou que cerca de 800 cetáceos morrem todos os dias ao ficar presos em redes de pesca. A caça a esse mamífero marinho amigável e inteligente protegido na maioria dos países, acontece no Japão. A cenas são chocantes. Botes com homens armados de facas e arpões começam a matar os animais de maneira dolorosa e lenta. O mar fica tingido de sangue, eles não tentam fugir e não atacam, ficam acuados.
Os ativistas tentam atrapalhar a caça aos golfinhos que é proibida em praticamente todos os países, mas permitida no Japão.
Os japoneses são também os maiores caçadores de baleias. O Japão tem direito a caçar pouco mais de 400 baleias minkes por ano, teoricamente para fins científicos, mas que na verdade abastecem a indústria alimentícia do país. Como a caça comercial foi proibida em 1986, o Japão e outros países que tem demanda grande por esse tipo de carne passara a caçar mais golfinhos. A Comissão Brasileira Internacional, que regula a atividade, não pode controlar a matanças de golfinhos porque eles são caçados na costa marítima dos países, e não em águas internacionais, como as baleias.
Por ano, são mortos no Japão 22.000 desses animais, cuja carne é enlatada e vendida em supermercados. Além do Japão as Ilhas Salmão no Oceano Pacífico, e as Ilhas Faroe, um território dinamarquês no Atlântico Norte, caça sistematicamente golfinhos. Nas Ilhas Faroe, a caça acontece uma vez por ano em uma espécie de tourada Viking: os animais são mortos a golpes de arpão apenas para manter viva uma tradição de séculos.
Os ecologistas preocupam-se sobretudo porque suas 67 espécies (25 delas no Brasil) se reproduzem muito lentamente. O problema a ambiental não é o único motivo que provoca repúdio à caça de golfinhos. Junto com baleias e tartarugas marinhas eles são os animais aquáticos que mais despertam a simpatia dos homens. São capazes de se reconhecer em espelhos e têm até uma cultura como aprendizagem dos filhotes junto a suas mães.
Emitem sons que servem para identificar cardumes de peixes e para comunicação com outros golfinhos. São curiosos, dóceis e amigáveis, gostam da companhia dos homens (surfistas e mergulhadores) até deixando ser tocados. Fáceis de ser treinados são muito apreciados em parques de diversão e no passado eram usado para muitas atividades marinhas nas grandes guerras mundiais.



